domingo, 29 de abril de 2012

Atletas cristãos estão entre os mais influentes da revista Forbes


A Forbes Magazine, uma das revistas mais populares do mundo, divulgou uma lista dos 10 atletas mais influentes de 2012. O ranking foi publicado em seu site oficial.Segundo a publicação, o atleta mais influente do mundo é o piloto da NASCAR Jimmie Johnson. Ele é um dos atletas mais notáveis do mundo hoje em dia e alcançou grande sucesso nos últimos meses.A maioria dos atletas da lista deste ano são jogadores de futebol americano, esporte que não é muito popular fora da América do Norte.A elaboração da lista foi um trabalho em conjunto da Nielsen e E-Poll, que entrevistaram  mais de 1.100 adultos sobre seus atletas favoritos. Três entre os 10 atletas mais influentes chamam atenção por sua forte influência quando se trata de anunciar sua fé cristã.Curiosamente, Tim Tebow (futebol americano) e Manny Pacquiao (boxe) nasceram nas Filipinas. Tebow nasceu na cidade de Makati, enquanto Manny Pacquiao veio da cidade de General Santos.Esta é a lista completa da revista Forbes de 2012:Jimmie Johnson – Ganhador quatro vezes do prêmio “piloto do ano” da NASCARTim Tebow – Ficou popular por causa do “tebowing”, hábito de ajoelhar-se para orar nos jogos.Peyton Manning – Eleito 4 vezes Melhor Jogador do Ano e vencedor de dois campeonatos “Super Bowl”.Manny Pacquiao – 8 vezes Campeão Mundial de Boxe, em diferentes categorias de peso.Tom Brady – Eleito 2 vezes Melhor Jogador do Super Bowl e 3 vezes Campeão da Super Taça.Aaron Rodgers – Eleito Melhor Jogador do Super Bowl XLV e do Campeão do Super Bowl XLVDale Earnhardt Jr. – Piloto mais popular de 2003 a 2011 da Sprint Cup SeriesDe Drew Bress – Quarterback do Saints, eleito Melhor Jogador em 2008 e campeão do Super Bowl de 2010Eli Manning – Campeão duas vezes, irmão de Peyton Manning.Jeremy Lin – Armador revelação do time de basquete New York Knicks. Nascido em Taiwan.Tebow, 24, quarterback do New York Jets somou como influência 24% dos votos, com 50% dos entrevistados dizendo que “gostava” ou “gostava muito” dele. A estrela do campeonato da Liga de futebol americano do ano passado foi o que mais subiu na lista, pois ficou um décimo no ano passado. Segundo a Forbes, o “Tebowmania” fenômeno das redes sociais pode ter influenciado o crescimento de popularidade do atleta.O boxeador Manny Pacquiao, 33, teve 20% de influência na votação, com 59% dos entrevistados dizendo que “gostam” ou “gostavam muito” dele.Jeremy Lin, 24, estreou na lista da Forbes este ano. Ele teve 18% de influência, com 66% dos entrevistados dizendo que “gostam” ou “gostam muito” dele.No mês passado, Pacquiao disse que acreditava que Deus estava usando ele, Lin e Tebow para ajudar a influenciar pessoas e salvar almas.Embora ausente da lista da Forbes, pois o futebol não é muito popular nos Estados Unidos, o jogador evangélico Kaká, melhor jogador do mundo em 2007, também é conhecido pela sua devoção cristã.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/atletas-cristaos-estao-entre-os-mais-influentes-da-revista-forbes/#ixzz1tR4Dc1YY

sábado, 21 de abril de 2012

Documentário Helio Gracie Jiu Jitsu - Canal History Channel

History Channel Sun Tzu's The Art Of War

O UFC 145 chega este sábado, ENTÃO ASSISTA ON LINE!!!

sábado, 14 de abril de 2012

RJ - Igreja Universal realiza campeonato de jiu-jitsu em catedral da denominação

Igreja Universal realiza campeonato de jiu-jitsu em catedral da denominação
No Rio de Janeiro, um campeonato de Jiu-Jitsu foi realizado no Cenáculo Espírito Santo de Abolição, da Igreja Universal do Reino de Deus, pela Força Jovem Brasil. Jovens das comunidades da zona norte e o bairro Del Castilho compareceram à catedral da denominação para participarem do evento.
De acordo com os organizadores, membros da igreja, o objetivo do projeto é a inclusão social, mostrando o esporte como uma alternativa aos jovens. Porém, segundo o grupo, este não seria a única finalidade do movimento, mas também trazer as pessoas que estão perdidas e sem rumo para a presença de Deus.
Alexandre Souza, pastor responsável pala Força Jovem Brasil Abolição, comentou sobre o projeto, “Muitos procuram o Jiu-Jitsu para brigar nas ruas e entram em confusões, mas aqui todos aprendem a formar um bom caráter e serem pessoas de Deus”.
No evento, o pastor incentivou os membros da igreja a alcançarem jovens que estão nas ruas, ele concluiu orando pelos jovens e por suas famílias, pediu que os jovens não aprendam a lutar somente, mas também a ter fé em Deus.
FONTE:

JIU-JITSU - ESTILO DE VIDA


INTRODUÇÃO ÀS ARTES MARCIAIS

As artes marciais abrangem somente, os antigos estilos de lutas asiáticas. Portanto, lutas como Boxe, Wrestling, Savate entre outras, não podem ser incluídas nas artes marciais.
Existe muita controvérsia a respeito das origens e história das artes marciais. Há também registros, como a Epopéia de Gilgamesh, de métodos de lutas similares ao Jiu-jitsu, como Luta livre ou Luta Greco-romana, praticado em diversos países pelo menos desde 2000 a.C.
Técnicas específicas de luta, chegaram à China através da Índia, berço das artes marciais. Da China, o conhecimento de técnicas e combates sem armas, estendeu-se entre outras regiões asiáticas. No Japão, predominam as formas de lutas mais populares do mundo.
As diversas formas de luta que desenvolveram-se no Japão, na antiguidade, eram conhecidas em geral, como Ju-jitsu ou Jiu-jitsu. O samurai do antigo Japão feudal, ao travar um combate corpo-a-corpo sem armas, estavam pondo em pratica o Jiu-jitsu.
Em relação a caligrafia, optamos por usar a palavra "Jiu-jitsu" ao invés de "Ju-Jitsu" pelo fato de a primeira ser mais usada no Brasil. O significado das duas palavras é o mesmo, bem como o ideograma usado em japonês para escrevê-las (Ju significa suave e Jitsu, arte ou técnica). De fato, a arte tradicional japonesa é conhecida por Ju-jitsu, mas foi adaptada no Brasil, provavelmente para diferenciar o estilo brasileiro desenvolvido pela família Gracie, conhecido como Brazilian Jiu-Jitsu.
HISTÓRIA
Apesar de se tornar mais popular no Japão, a história do Jiu-jitsu começou na Índia (por isso a cognominação "o berço das artes marciais"), ha mais de dois mil anos atrás.
Os monges monastérios indianos eram proibidos, pela religião, de se defender com armas. Mas em suas longas caminhadas, eram atacados por bandidos das tribos mongóis do norte da Ásia, nascendo então a necessidade de defesa corpo-a-corpo. Conhecedores de pontos vitais do corpo, desenvolveram um tipo de defesa especial para o tipo físico do seu povo, baixinho e franzino. Essa espécie de embrião do Jiu-jitsu acabou atravessando as fronteiras da china e indo para o arquipélago japonês, lá cultivado, conhecido apenas por nobres e samurai, o Jiu-jitsu, que significa literalmente, "Arte suave".
Antigamente havia vários estilos de Jiu-jitsu e cada lutador tinha seu estilo próprio. Por isso o Jiu-jitsu era conhecido por vários nomes, tais como Kumiuchi, Aiki-ju-jitsu, Koppo, Tai-Jutsu, Gusoku, Koshi-no-mawari, Yawara, Hade, Jutai-Jutsu, Shubaku etc. No fim da era Tokugawa, existiam cerca de 700 estilos de Jiu-jitsu. Cada estilo tinha características próprias. Alguns davam mais ênfase às projeções ao solo, torções, estrangulamentos e outros enfatizavam ainda, golpes traumáticos como socos e chutes. A partir de então, cada estilo deu origem ao desenvolvimento de artes marciais conhecidas atualmente de acordo com suas características de luta, entre elas o Judo, Karate e Aikido por exemplo.
Por muito tempo, o Jiu-jitsu foi a luta mais praticada no Japão, até o surgimento do Judo como esporte em 1882. O Jiu-jitsu chegou a ser proibido no Japão durante um certo período como crime de lesa pátria. Com a introdução da cultura ocidental no Japão promovida pelo imperador Mutsu Hito (1867 - 1912), as artes marciais ficaram esquecidas. Elas só foram valorizadas mais tarde, quando o ocidente também já apreciava esse tipo de luta.
JIU-JITSU NO BRASIL
O mestre japonês, Mitsuo Maeda conhecido como Conde Koma, veio ao Brasil em missão diplomática, quando em Belém, Pará, conheceu Gastão Gracie, iniciando-se uma grande amizade.
Conde Koma na realidade, era sensei da escola Kodokan de Judo no Japão e em razão de afinidade e favores prestados por Gastão, começou a transmitir seus conhecimentos à seu filho, Carlos Gracie, que após aprender a arte ensinou a seus irmãos, em especial a Hélio Gracie, eles aprimoraram as técnicas aprendidas tornando-as mais eficiente e acessíveis ao tipo físico de qualquer pessoa. Foi aí que nasceu o chamado Brazilian Jiu-jitsu, uma das melhores e mais eficientes forma de auto-defesa do mundo, já provadas, pelos resultados das constantes competições chamadas mixed martial arts, existente no mundo.

O Jiu-Jitsu hoje, por sua necessidade em difundir-se como esporte, tem regras e conseqüentes limitações, mas continua sendo a arte marcial mais completa. O lutador de Jiu-Jitsu, apesar de não ter o conhecimento de projeções que um lutador de Judo tem, e não ser especializado em chutes e socos como o lutador de Karate, tem conhecimentos dos fundamentos dessas técnicas e treinamento único de combate no solo, que faz do Jiu-Jitsu uma luta que se equivale muito a um combate real.
Homens, mulheres, meninos e meninas de todos os continentes praticam o Jiu-Jitsu. Além do aprendizado da defesa pessoal, esta luta traz benefícios para o seu corpo aumentando o seu tônico muscular, e sua capacidade cardiovascular, além disso você também será mais saudável mentalmente, pois quem pratica esta arte ganha mais autoconfiança, fica mais bem disposto, faz amizades, e por fim elimina todo o seu stress no tatame.
FONTE:

JUDÔ - A HISTÓRIA!


Baseado em contos e lendas, a origem documental do combate corporal é imprecisa. O texto do Prof. Carlos Catalano Calleja, que foi um dos maiores estudiosos do Judô no Brasil, mostra um pouco da história do início destes combates, que deram origem ao Ju-jitsu.
O início do desenvolvimento histórico do combate corporal se perde na noite dos tempos. A luta, inclusive por necessidade e sobrevivência, nasceu com o homem e, a esse respeito, os documentos remontam os tempos mitológicos.
Um manuscrito muito antigo, o Takanogawi, relata que os deuses Kashima e Kadori mantinham poderes sobre os seus súditos graças às suas habilidades de ataque e defesa.
A Crônica Antiga do Japão (nihon Shoki), escrita por ordem imperial no ano de 720 de nossa era, menciona a existência de certos golpes de habilidade e destreza, não apenas utilizados nos combates corporais mas também, como complemento da força física, espiritual e mental, relatando uma história mitológica na qual um dos competidores, agarrando o adversário pela mão, o joga ao solo, como se lançasse uma folha. Segundo alguns historiadores japoneses, o mais antigo relato de um combate corporal ocorreu em 230 aC, na presença do imperador Suinin. Taimano Kehaya, um lutador insolente foi rapidamente nocauteado por um terrível cultor do combate sem armas, Nomino Sukune.
Naquele tempo não havia regras e combate padronizadas. As lutas poderiam desenvolver-se até a morte de um dos competidores.
As técnicas de ataque e defesa utilizadas guardam muita semelhança com os golpes do sumô e do antigo ju-jitsu.
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JU-JITSU

Várias são as conjecturas sobre o desenvolvimento histórico do ju-jitsu, mas há fortes indícios de que sejam meras suposições baseadas em lendas ou contos, que guardam uma íntima relação com o aparecimento de certas academias.
Uma delas descreve que, por volta de 1650, um monge chinês, Chin Gen Pin, teria idealizado terríveis golpes denominados "tes", com o objetivo de matar ou ferir gravemente um ou mais adversários, mesmo armados.
Alguns anos depois, quando vivia no Japão, conheceu e fez amizade com três samurais inferiores. O chinês ensinou-lhes todos os "tes" que sabia. Maravilhados com os resultados que poderiam ser alcançados, os três japoneses submeteram-se a um longo treinamento e dedicaram-se a aperfeiçoar a terrível arte do monge chinês.
Algum tempo depois, os três japoneses resolveram separar-se e partiram pelo Japão afora, profissionalmente, a divulgar os seus fabulosos golpes. Conta-se que conseguiram transmitir a "arte do monge chinês", a muitos discípulos. Estes, por sua vez, fundaram as suas próprias academias e assim foi desenvolvendo-se um tipo de luta que teria sido denominado ju-jitsu.

A história do Judô

Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o ju-jitsu aos 18 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo ju-jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de ju-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos mas também pelo cultivo do caráter.Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional ju-jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan,com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos.
Com o estabelecimento do dojô Kodokan, em 1882, e com 9 alunos, Jigoro Kano começou seus ensinamentos do judô. O texto do estudioso japonês Yoshizo Matsumoto mostra os conceitos iniciais deste esporte e os seus objetivos.

Fundação do Instituto Kodokan

O prof. Kano estabeleceu o Instituto Kodokan em 1882, época em que o dojô (local de treino) tinha apenas 12 tatamis e o número de alunos era nove. O ju-jitsu foi substituído pelo judô pela razão de que enquanto "jitsu" significa técnica o "do" significa caminho, este último podendo ter dois significados: o de um caminho em que você anda e passa e o de uma maneira de viver.
Como meio de ensino, no Kodokan, Jigoro Kano adotou o randori, kata e métodos catequéticos, adicionando educação física ao treinamento intelectual e à cultura moral. A harmonia desses três aspectos de educação constituem a educação ideal pela qual o judô será ensinado.
Ao redor do ano 20 da era Meiji (1887), o judô tinha dominado o ju-jitsu, que foi varrido de vários países. O princípio do "JU", do judô, passou a significar o mesmo que na frase "gentileza é mais importante que obstinação".
Assim a teoria do "JU", que é gentileza, suavidade, pretende utilizar a força do oponente sem agir contra ela, podendo ser aplicada não somente na competição mas também aos aspectos humanos.
fonte:

segunda-feira, 9 de abril de 2012